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14 julho 2014

Mapa de viagem... Escandinávia!

E lá vamos nós de novo para mais umas férias! Desta vez, o pequeno vai estar com quase um ano, por isso escolhemos países notoriamente baby-friendly, como Noruega, Suécia e Dinamarca. Vamos no verão, a melhor época para aproveitar os passeios ao ar livre, mas também um período que, dizem, chove muito!

Eis o roteiro, so far:



(Clique nos pontos de interesse para saber mais)

DICAS

Alugue bicicletas! Em Estocolmo e Copenhagem, existem bicis compartilhadas, como as nossas laranjinhas. Nas outras cidades, sempre achamos uma lojinha que alugava por dias.

O transporte público na cidade é bem caro, especialmente para quem não tem cartões pré-pagos ou paga diretamente na catraca, então fizemos praticamente tudo de bicicleta. O ideal é comprar bilhete para períodos longos (24h a 7 dias), que pode ser usado no ônibus, tram, trem, metrô e até barco. Não há venda de bilhete dentro do ônibus.

Leve jaqueta, cachecol e guarda-chuva. Mesmo no verão, pode ficar bem frio. E chove muito, embora a garoa costume ser fina, ou seja, um casaco impermeável e uma capa de chuva no carrinho do bebê resolvem. (PS. Pegamos o verão mais quente dos últimos anos e choveu pouco. Mas choveu. E na Noruega pegamos uns dias de bastante frio, mesmo)

Nos hotéis é possível beber água diretamente da torneira e você pode pedir "tap water" (água de torneira) nos restaurantes. Aproveite para reabastecer sua garrafa de água.

No verão, os dias são longos. O sol nasce por volta das 4h e some às 22h.

Os mercados cobram por sacolas e embalagens, por isso ande com uma. Aliás, paga-se à parte por toda a embalagem de produtos que se consome, mas o dinheiro para ser recuperado em máquinas de reciclagem.

SAS é a companhia aérea estatal dos quatro países escandinavos.

Os banheiros costumam ser pagos (até no McDonald’s).

Muitos estabelecimentos fecham durante o verão, especialmente em julho.

NORUEGA

Carro é desaconselhável, tendo em vista que as estradas, embora com asfalto perfeito, são pequenas e sinuosas, ou seja, extremamente perigosas, exigindo uma habilidade fora do comum do motorista. 

Bacalhau é bom em Portugal, não na Noruega, que é exporta o peixe. Famoso mesmo é o salmão. O bacalhau é bom, sim, mas é fresco (no Brasil comemos o salgado). Comi um ótimo bacalhau cozido no molho num dos restaurantes mais bacanas de Oslo, o Fiskeriet, que é uma peixaria com balcão e mesinhas na calçada. Destaque para o sashimi, o hambúrguer de salmão e o fish & chips.

Em Oslo, hospede-se a uma distância não maior que 3 km a partir da prefeitura, que é área onde as coisas acontecem na cidade.


Existem aproximadamente 55 pontos de reembolso onde você poderá receber sua restituição de imposto em vários pontos de saída da Noruega como aeroportos, fronteiras rodoviárias, a bordo de balsas e navios de cruzeiro. Consulte global-blue.com. Condições para o reembolso: apresente seus bens, seu formulário de isenção de impostos Global Blue e seu passaporte / ID.


Coma o famoso queijo norueguês, o brown cheese. E o caviar! Existe a versão baratinha vendida em bisnagas no supermercado (que eu não curti muito) e uns potinhos que vendem em peixarias e feiras livres de peixe.

A lenda dos trolls (espécie de duende) que vivem nas montanhas é forte na cultura norueguesa. Eles só aparecem durante a noite, por não suportarem a luz, possuem quatro dedos nas mãos e nos pés e têm dotes sobrenaturais. Também são seres agressivos quando contrariados.

Oslo Pass é vendido para períodos de 24, 48 e 72 horas, por 230, 340 e 430 NOK (para adultos). O valor pode parecer alto, mas se você realmente for passar mais de um dia na cidade e visitar mais de 3 atrações pagas (quase todas o são), vale muito a pena, pois inclui praticamente tudo na cidade, além do transporte público de ônibus (exceto os noturnos), bondes, metrô e barco. 


Para pedir que um ônibus: pare no ponto, dê um passo para a frente e mantenha-se próximo da placa sinalizadora do ponto. Olhe para o motorista e mostre que tem a intenção de embarcar.

SUÉCIA

Estocolmo foi construída sobre 14 ilhotas. É uma daquelas cidades pra ser vivida, passando horas tomando uma Fika (café), comendo um sanduíche aberto de picles com salmão e vendo a vida passar, se perder pelas ruas ou pelas ilhas. No verão o ritual Fika nos cafés estilosos da cidade é trocado por mesinhas nas calçadas ou picnic nos parques e brunch no jardim.

As grandes marcas suecas de roupas são Acne, Filippa K, Whyred, Acne, Tiger of Sweden, Hope, Minimarket, Fifth Avenue Shoe Repair, The Local Firm e a Monki. A capital também prima pelas grandes lojas de departamento (as principais são a NK e a Athlens) e pelo design (Kosta Boda, H&M e Ikea).

Faça suas comprar antes das 17h. Muitas lojas fecham cedo, especialmente nos fins de semana. E entre 17h e 18h, as lojas ficam cheias.

Para andar de ônibus, compre o ticket antes em alguma máquina ou balcão pelas estações rodoviárias. Leve-o sempre com você, pois os cobradores aparecem repentinamente. Você deve entrar pela porta da frente do ônibus e encostar o cartão numa máquina ao lado do motorista.


Se pegar um táxi for inevitável (o metrô fecha à 1am), sempre confira a tarifa do lado de fora dos carros. Os táxis na Suécia não são tabelados, e cada motorista cobra o que quer, e a bandeira pode ser de 1 a 6! Uma corrida de 3km pode custar facilmente R$ 40.

Stockholm Card, disponível nos centros de informação ao turista ou no site, dá descontos em 75 museus e atrações, transporte (inclusive Katarinahissen, mas não aos ferries locais, ônibus turístico e ônibus para o aeroporto), passeio de barco e estacionamento em alguns lugares. É válido por 24, 48 ou 72 horas e custa Skr 260/390/540 (Skr 100/140/190 para acompanhante de menores de 18).

Faça um passeio de barco pelos canais.

DINAMARCA

O país é uma monarquia parlamentarista e o reino mais antigo do mundo. O rei mais lembrado de todos é Christian IV, que reinou no século XVII e construiu alguns dos prédios mais famosos de Copenhague, como o prédio da Bolsa de Valores, a Torre Circular, a igreja Trinatis e o castelo de Fredericksborg.

Fazer o tour gratuito do Sanderman em Copenhague + outros walking tours.

No aeroporto de Copenhague existem muitas das lojas que se destacam na cidade com uma versão tax free.

30 novembro 2013

Visita ao... Rio de Janeiro!

Pro Rio a gente quer voltar mil vezes, sempre! Já conheço os principais pontos turísticos de lá, por isso espero preencher este mapa também com todas as dicas de restaurantes, bares e baladas que vejo por aí.




25 novembro 2013

Mapa de viagem... Equador!

Primeira viagem internacional que vou fazer com o meu pequeno, até lá com quatro meses. Então, estou aqui planejando uma viagem empolgante, porém light e bebê-friendly.

Escolhi o Equador meio aleatoriamente: era a passagem mais barata que tinha na América do Sul durante os concorridos dias de final de dezembro e começo de janeiro. Mas estou muito feliz com os pontos turísticos que descobri por lá durante a minha pesquisa. Acho que vai ser incrível.

Clique nos pontos de interesse para saber mais.


Visualizar Viagem ao Equador em um mapa maior

Dicas:

- São Paulo tem voos diretos para Quito e Guayaquil, pela TAME. Outras opções: fazer conexões em Bogotá (Avianca) ou Lima (TACA).

- Documentos necessários para embarque de brasileiros: Passaporte (validade mínima de 6 meses) ou RG com emissão inferior a 10 anos.

- Nos Andes, faz frio praticamente o ano todo, o tempo é seco de junho a setembro e chove entre dezembro e março. Em Guayaquil e na região amazônica, o tempo é muito quente, úmido e chuvoso. E a distância entre as duas regiões pode ser de apenas alguns quilômetros. Fomos de Banõs, na montanha, até Puyo, na Amazônia, por uma estrada de 40 km. A diferença de temperatura foi gritante... e uma experiência curiosa!

- A moeda oficial é o dólar americano, mas tudo é muito barato. É fácil encontrar boa hospedagem por cerca de US$ 20 e corridas de táxi não passam dos US$ 5.

- O país está a 2h a menos no fuso de Brasília (3h no horário de verão brasileiro).

- No Equador, não é permitida venda de bebidas alcóolicas aos domingos. De segunda a quinta, a venda é permitida entre 16h e 22h, enquanto às sextas e sábados, das 18h às 2h. Também é proibido beber nas ruas. Mas alguns hotéis e hostels vendem bebidas alcóolicas de forma ilegal, inclusive aos domingos.

- Comidas típicas: yahuarlocro (sopa de batata), llapingacho (uma fritura a base de batatas, queijo e porco), encebollado (sopa de Albacora - um tipo de atum - mandioca, tomate e cebola ), ceviche de concha, ceviche de camarão, maremoro (mistura de tudo), bolón de verde (uma espécie de bolinho frito feito de uma pasta de um feijão de cor verde), empanada de morocho (pequenos pastéis recheados de uma mistura de arroz, lentilha, verduras e queijo), feijão com arroz ou arroz com lentilha.

QUITO

Fina e comprida, Quito fica em um vale na cordilheira dos Andes e foi fundada sobre as ruínas de uma cidade inca. Divide-se basicamente em norte e sul. No sul ficam o bairro de La Mariscal, parte mais moderna e descolada, e o centro histórico, que foi um dos primeiros patrimônios culturais da Unesco e é bem extenso, com muitos prédios coloniais lindos e interessantes. A cidade está a 2.800 metros de altitude.

- Muitos recomendam ficar hospedado no bairro de Mariscal e, realmente, é uma área cheia de restaurantes e bares. Ficamos perto (Reina Isabel Hotel), mas não grudado na praça Foch e mesmo assim havia uma balada perto e música beeem alta. A praça é agitada e barulhenta, então se você quer um pouco de sossego, melhor ficar um pouco longe.

- Para conhecer o Centro Histórico, uma dica é atravessar o Parque El Ejido a pé até a Basílica, passando pelo parque do Observatório. Dizem que o parque é perigoso, mas eu fui de manhã e achei bem ok, cheio de crianças e famílias. Depois da Basílica, caminhei até o teatro Sucre e fui ziguezagueando pelo centro histórico até a La Ronda, uma rua de pedestres gracinha, cheia de restaurantes, bares e lojinhas.

- Eu fui só ao TeleferiQo, o mais alto do mundo, a 4.100 metros acima do nível do mar, mas rola fazer um tour-combo até o local onde passa a linha do Equador. Do teleférico, pegue qualquer ônibus e desça na av. América e ali pegue o Metrobus por US$ 0,25 até a estação final, La Ofelia, de onde saem diversos ônibus com o letreiro “Mitad del Mundo” (a integração custa US$ 0,15). Parece fácil, mas o trajeto todo leva cerca de 1h30. Um táxi custa US$ 40.

- Dá para descer o vulcão Cotopaxi, um dos mais ativos do mundo, de bicicleta. Ele fica no Parque Nacional Cotopaxi e possui um pico cilíndrico e nevado, uma raridade. É uma super aventura, que eu morri de vontade de fazer, mas com um bebê ficou complicado.


CUENCA

Fundada em 1557, a capital da província de Azuay se chama na realidade Santa Ana de los Ríos de Cuenca e fica em um vale a mais de 2.500 metros acima do nível do mar, a 441 km de Quito. É uma graça, cheia de prédios históricos e um clima de cidade do interior.

- O táxi do aeroporto até o centro histórico é tabelado e sai por menos de US$ 5.

- Evite os domingos: a cidade fica deserta e tudo fecha.

- Vale conhecer as benzedeiras que atendem no mercado municipal, às quintas e sextas, debaixo da escada rolante à direita de quem entra. Elas vestem um chapéu e uma bata e fazem um ritual que dura uns cinco minutos. 

- O chapéu Panamá na verdade é feito no Equador. O chapéu é tão importante em Cuenca que a cidade ganhou um museu sobre ele, chamado de Museo Taller del Sombrero de Paja Toquilla.


GUAYAQUIL
(cortei do roteiro, mas ficam as dicas para quem precisar)

Com cerca de 3 milhões de habitantes, Guayaquil é a maior cidade do Equador e ostenta o posto de principal polo econômico equatoriano. Próxima do mar e às margens do Rio Guayas, abriga o principal porto do país e um dos mais importantes de toda a região do Pacífico.

Um dia na cidade é o bastante para conhecer suas atrações. Comece com um passeio pelo Malecón 2000, siga para Las Penãs, um bairro histórico que abriga os casarões que deram origem a Guayaquil, e para o Cerro Santa Ana, uma espécie de favela com casinhas coloridas que foi pacificada e tem uma vista incrível da região.

Almoce em um dos vários restaurantes próximos ao Malecón, passeie pelo centro histórico e termine no Parque Bolíviar, o parque das Iguanas. Ali, não só os gramados são tomados pelas iguanas, como também o topo das árvores. Elas escalam os troncos com a maior facilidade -- cuidado com a chuva de "números 1 e 2" que despenca dos céus.

- Um táxi até o centro da cidade custa US$ 2 ou US$ 3.

16 abril 2012

Mapa de viagem... Jamaica!

Mais um mapa pronto! Jamaica aí vou eu!!!

Clique nos pontos de interesse para saber mais.
 

View Jamaica in a larger map

Dicas:

- A praia Blue Lagoon é considerada a praia mais linda da ilha. Próxima à cidade de Port Antonio, foi utilizada como locação para as filmagens do filme Lagoa Azul, um clássico da década de 80.

- A moeda local é o dólar jamaicano, mas o dólar americano é aceito na grande maioria dos locais.

- Reggae, rasta, hemp e o famoso jargão “no problem” estão presentes no dia-a-dia dos jamaicanos.

- A palavra “jerk” não é aquele adjetivo pejorativo direcionado aos pouco iluminados. Na falta de uma tradução melhor, pode se dizer que “jerk” é churrasco.

- Os jamaicanos usam a expressão "Ya man" para tudo e para todos.

- Red Stripe é a cerveja mais famosa da Jamaica, embora comprada pela irlandesa Guinness já há algum tempo.

- Nine Miles, a apenas duas horas de carro de Ocho Rios, é a vila onde nasceu Bob Marley. Abriga um museu dentro da antiga casa do cantor.

- A maconha lá é proibida, mas é oferecida o tempo todo aos turistas. Também é comum ver alguns jovens locais fumando na praia.

- Em Ocho Rio, é possível descer de bobsled, aquela espécie de trenó no gelo (do filme Jamaica Abaixo de Zero), adaptado para o bosque tropical da Mystic Mountain (Ocho Rios Road, 1-876/974-3990,www.rainforestadventure.com; 9h/17h; US$ 68)

- A cidade de Negril é o destino jamaicano mais procurado por mergulhadores e turistas que querem curtir praia.

- Experimentar um pouco da cultura local também nunca é demais, portanto,  vale visitar as destilarias de rum e a estátua de Peter Tosh, outro ícone do reggae jamaicano.

11 abril 2012

Mapa de viagem... Cuba!

Além de Nova York, vou passar por Cuba e Jamaica nesta minha próxima viagem.

O mapa com os principais destinos (em vermelho) e pontos de interesse (em azul) em Cuba também já está quase pronto! Clique nos pontos para saber mais.

Visualizar Cuba em um mapa maior

Algumas dicas que achei sobre Cuba:

- Levar euro e andar sempre com dinheiro (os locais que dizem aceitar cartões de crédito no final alegam “problemas técnicos”). Dólar é super taxado no país.

- Há dois tipos de moedas: o Peso Nacional Cubano, também denominado Moneda Nacional (MN), utilizado pela população local, e o Peso Conversível Cubano (CUC), valor de troca para o turista. Cada CUC vale 24 pesos cubanos, aproximadamente.

- Em Havana, há a Cadeca, que é a Caixa de Câmbio Oficial do Governo, onde é possível trocar dinheiro direto do cartão de crédito ou débito internacional, e o valor debitado é diretamente em reais. Em Cuba, não se aceita cartões de bancos ou bandeiras norte-americanas, portanto confira a nacionalidade de seu cartão antes de embarcar. O CUC só pode ser trocado em Cuba, por isso troque somente o necessário para não voltar para o Brasil com notas cubanas.

- As tomadas são 110V de ponta quadrada. Mas isso varia muito dentro dos hotéis.

- São permitidas duas garrafas de rum por pessoa. Mas produtos cubanos não são permitidos nos EUA.

- Não se esqueça de comer em restaurantes nas casas dos locais (paladares).

- É sempre bom ter papel higiênico na bolsa, produtos de primeira necessidade são escassos no país.

- Os cubanos não cobram gorjeta ou serviço, mas é esperado que você deixe algo para eles.

- A internet é encontrada apenas em hotéis maiores, onde se cobra um valor alto pela hora de utilização.

- Vale assistir a um show de rumba (sábado à tarde com o grupo Cuban National Folklore, no pátio do estúdio deles), ir ao Havana’s Cabarets, localizado no coração da capital, com shows ao vivo, e ao Tropicana Nightclub, o mais famoso clube ao ar livre de Cuba.

- Quando a revolução tomou conta do país em 1959, os que eram mais ricos na época permaneceram com suas moradias e muitos deles as transformaram em hospedarias, conhecidas em Cuba como "casas particulares" --a opção de hospedagem com melhor custo-benefício para turistas que não querem luxo ou que viajam de mochila nas costas.

- Para entender melhor como funciona o sistema comunista da ilha, também vale perguntar aos próprios cubanos: eles vão adorar explicar. Geralmente os mais velhos, que presenciaram a Revolução, são os que mais defendem o comunismo.

- É corriqueiro surgir alguém simpático para puxar assunto no meio da rua, como quem não quer nada. O principal objetivo da abordagem (se não ficar claro logo no início você certamente irá descobrir no final) é pedir dinheiro, comida, objetos, ou qualquer coisa que o turista estiver disposto a dar. Mas eles não são invasivos ao extremo.

- Não se deixe enganar pelos cubanos que inventam os valores dos serviços de acordo com o que acham que você é capaz de pagar. Tente negociar tudo. Eles adoram os brasileiros - dizem que somos irmãos, por causa da personalidade calorosa - e sabem que nossa moeda vale menos, o que pode proporcionar um "descontinho".

- Os cubanos conhecem tudo sobre as novelas brasileiras que passam na televisão.

- Mulheres que viajam sozinhas ou em grupos femininos devem estar preparadas para receberem cantadas e olhares masculinos.

- O policiamento é intenso e não é comum ocorrerem assaltos nas zonas mais turísticas, como Havana Velha e Vedado. No entanto, durante a noite é bom evitar as regiões mais pobres e desertas, como Centro Havana e os parques da cidade.

08 abril 2012

Mapa de viagem... NY!

Estou apaixonada por este novo jeito que encontrei para organizar minhas viagens -especialmente nesta para Nova York, que tenho muitas indicações de lugares bacanas, restaurantes para conhecer, bairros para explorar... O mapa ajudar a montar micro roteiros e serve, por exemplo, para que eu encontre um restaurante perto de mim na hora que bater a fome.

Posso consultar no Iphone ou no Ipad, mesmo sem conexão, já que existem programas para os momentos offline. E, claro, também existe a opção de imprimi-lo (neste caso, direto do Google Maps, já que na barra lateral aparecem as observações).

Meu mapa de Manhattan está quase pronto... Tenho certeza que vou atualizá-lo até o último minuto, mas já deixo aqui para quem quiser consultar. É só ir dando zoom até o ponto de interesse (clique nele para saber mais)!

Coloquei os pontos turísticos que quero conhecer (pin azul), os restaurantes sobre os quais eu tenho boas referências (pin garfo e faca), os bares, os rooftops e as baladas que também foram recomendados (pin taça) e as lojas pelas quais eu tenho algum interesse (pin casa amarela).

Em cada pin que você clica aparece o endereço e alguma anotação que eu fiz sobre o local.


Veja o mapa de Nova York ampliado

Algumas dicas que fui recolhendo de mil blogs e leituras, especialmente do Rodei (site super bacana para dicas de viagens de NY):

- As temperaturas em Nova York podem variar bastante de um dia para o outro ou mesmo no próprio dia. Por isso é sempre bom sair preparado e dar uma olhada na previsão do tempo (que funciona impressionantemente bem nos EUA). O mais importante é você prestar atenção na sensação térmica (feels like)

- Em NY, é proibido consumir bebidas alcóolicas em lugares públicos (inclusive na rua!) e a fiscalização é severa.

- Gorjetas são praticamente obrigatórias e o mínimo costuma ser de 15%. Isso vale para táxis também. Para carregadores de mala, a conta é US$ 1 por mala.

- Na hora de ir embora, vá de shuttle para o aeroporto (Go Airlink Shuttle e Super Shuttle), em vez de táxi. É possível agendar e já pagar a corrida online. Você informa o horário e o aeroporto do seu voo e o sistema te informa os horários disponíveis para te buscar.

- Metrocard: é igual ao Bilhete Único. Estão à venda nas estações (em máquinas ou nos guichês) e em alguns pontos de venda, como bancas de jornais e delis que tenham um anúncio indicando. Comprando nos pontos de venda, verifique que o metrocard venha embalado num saquinho plástico lacrado. É mais barato comprar por período (um dia, uma semana, um mês), mas você não pode dividir com outra pessoa, pois há um intervalo de tempo mínimo entre cada uso.

- Os rooftops são as melhores opções para curtir a noite (e o fim de tarde) em NY. É bom entrar nos sites para checar os horários de funcionamento. Alguns são verdadeiras baladas, outros são mais recomendados para um happy hour ou mesmo um lanchinho da tarde.

- Foods of New York é um grupo que se reúne em cinco pontos da cidade para conhecer mais sobre as influências gastronômicas de cada lugar. O tour que inclui degustações e passa pelo mercado e pelos restaurantes de Meatpacking em três horas de duração.

- O subdistrito do Brooklyn, que abriga o bairro de Williamsburg, tem personalidade própria, com diversidade cultural nas ruas e na cena artística independente. O espaço que antes era ocupado por enormes fábricas hoje foi tomado por galerias e espaços artísticos, shows-relâmpago, performances, lugares diferentes para beliscar alguma coisa e uma noite que promete, seja nos lugares da moda ou nos undergorunds. De artigos de luxo à brechós. Compras descoladas para todo tipo de gosto. Todo esse potencial trendy abriga diversos ícones descolados e hipsters.

- Lower East Side, um bairro bastante tradicional com prédios baixos de tijolos com as escadas da saída de emergência em ziguezague.

- Chelsea: passaram a dividi-lo ao meio e chamar sua parte lateral de Meatpacking (antigo mercado de carnes de NY, fica nas avenidas 7, 8 e 9). Repare no mural dos brasileiros Os Gemeos, na 21.

- SoHo: a maioria das lojas abre tarde, às 11h. Não deixe para ir no fim de semana porque fica insuportavelmente lotado.

- Village: reduto de artistas, é o bairro boêmio de Manhattan. É dividido em East Village e West Villlage. Quando os americanos se referem ao Village é o lado West, que vai da Houston até a 14th St, a oeste da 3rd Ave. Cheio de antiquários e casas de jazz.

- East Village: é onde moram e circulam muitos estudantes da NYU. É um bairro jovem e descolado, cheio de restaurantes e baladas que estão sempre cheios de gente animada.

- Para reservas: http://www.opentable.com/home.aspx
- Melhor guia de restaurantes: http://www.zagat.com/newyork

- Pharmacy: as mais famosas são a CVS, Walgreens e Duane Reade. Mas se você quer comprar mais perfumaria, maquiagem e afins vá ao Bed, Bath & Beyond, que tem uma variedade bem maior de produtos e preços muito mais baratos. O Ricky's também é uma boa opção para produtos de cabelo.

PRA TESTAR NA PRÓXIMA

- Shake Shack (talvez o melhor hambúrguer de NY) passou a fazer sanduíches de café da manhã na Grand Central.

- Os melhores chocolates quentes da cidade.

- As melhores comidas.